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terça-feira, 28 de junho de 2011

Novidades: Literatura americana

A estrada, de Cormac McCarthy

Num futuro não muito distante, o planeta encontra-se totalmente devastado. As cidades foram transformadas em ruínas e pó, as florestas se transformaram em cinzas, os céus ficaram turvos com a fuligem e os mares se tornaram estéreis. Os poucos sobreviventes vagam em bandos. Um homem e seu filho não possuem praticamente nada. Apenas uns cobertores puídos, um carrinho de compras com poucos alimentos e um revólver com algumas balas, para se defender de grupos de assassinos. Estão em farrapos e com os rostos cobertos por panos para se proteger da fuligem que preenche o ar e recobre a paisagem. Eles buscam a salvação e tentam fugir do frio, sem saber, no entanto, o que encontrarão no final da viagem. Essa jornada é a única coisa que pode mantê-los unidos, que pode lhes dar um pouco de força para continuar a sobreviver.

Pollyanna, de Eleanor H. Porter

'Pollyanna' é um clássico da literatura infanto-juvenil. Escrito em 1912, foi inicialmente publicado em capitulos no jornal Christian Herald, de Boston. É uma história sobre o amor, a amizade e, sobretudo, sobre o surpreendente poder de transformação que os jovens e as crianças podem ter, sem se dar conta. Uma otimista incurável, Pollyanna não aceita desculpas para a infelicidade e empenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza e a vida negativa.



Pollyanna Moça, de Eleanor H. Porter

Pollyanna Moça', escrita em 1915, é uma novela para crianças e adultos. É a primeira de várias seqüências de 'Pollyanna' (1912). A filosofia da personagem Pollyanna está centrada naquilo que ela chama de 'o jogo do contente' - ela sempre procura encontrar, em qualquer situação, alguma coisa para ser feliz. A mensagem do livro é uma lição de otimismo e esperança que tem encantado crianças e adultos, através das gerações.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dicas de leitura: Conto de Natal de Auggie Wren


Um escritor recebe do jornal The New York Times a encomenda de um conto para ser publicado na manhã de Natal. Ele decide aceitar, mas tem um problema: como escrever um conto de Natal que não seja sentimental? Resolve se abrir com o amigo que trabalha na tabacaria do bairro, um personagem pitoresco chamado Auggie Wren, que promete resolver seu problema: em troca de um almoço, vai lhe contar a melhor história de Natal que já ouviu.

E é uma história nada convencional a que ele conta, envolvendo uma carteira perdida, uma mulher cega e uma ceia de Natal. Tudo é virado de ponta-cabeça. O que é roubar? O que é dar? O que é uma mentira? O que é a verdade? Conto de Natal de Auggie Wren é de fato uma história nada sentimental, mas nem por isso pouco comovente. A presente edição, em capa dura e com lombada em tecido, é ilustrada pela premiada artista argentina Isol.

O personagem Auggie Wren foi vivido no cinema pelo ator Harvey Keitel em Cortina de fumaça (1995), dirigido por Wayne Wang e com roteiro do próprio Paul Auster, e Sem fôlego (1995), dirigido por Wayne Wang e Paul Auster e com roteiro escrito pelos dois.
Paul Benjamin Auster (Newark, Nova Jérsei, Estados Unidos; 3 de fevereiro de 1947) é um escritor norte-americano autor de vários best-sellers como Timbuktu, O Livro das Ilusões, A Noite do Oráculo e A Música do Acaso. Licenciou-se em 1970 na Universidade de Columbia e viveu durante quatro anos na França. A sua proximidade à literatura francesa haveria de marcá-lo para sempre. Foi confesso admirador de André Breton, Paul Éluard, Stéphane Mallarmé, Sartre e Blanchot, alguns dos quais traduziu para a língua inglesa. O seu gosto pela tradução é muitas vezes referido pelo próprio, que aconselha os jovens escritores a traduzir poesia para entenderem melhor o significado intrínseco das palavras. Além destes autores, Paul Auster refere ainda como suas influências Dostoiévski, Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald, Faulkner, Kafka, Hölderlin, Samuel Beckett e Marcel Proust.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Novidades no acervo: O Solista

Trata-se de uma obra cativante, comovente e inspiradora, que narra a história verdadeira de uma amizade, de uma devoção artística e do poder transformador da música. O livro conta a história real de Steve Lopez, um jornalista que, a caminho de casa, é atraído por uma bela canção de Beethoven; quem está tocando é Nathaniel Ayers, um morador de rua e ex-aluno da Juilliard, uma das escolas de música mais conceituadas do mundo. Músico brilhante, Nathan perdera as chances de um futuro promissor em razão dos problemas familiares e pressões da vida acadêmica, que acabaram por levá-lo a um processo de esgotamento mental que o mergulhara na esquizofrenia.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Viagem no tempo

Chegou em nossa biblioteca um dos mais famosos clássicos de ficção científica: A MÁQUINA DO TEMPO DE H.G. WELLS!



A história foi escrita por Herbert George Wells em 1895, e é considerada uma obra pioneira por ser a primeira ficção científica a propor a viagem no tempo por meio de um veículo. Usando sua "máquina do tempo" o protagonista, conhecido apenas como o "Viajante do Tempo", consegue avançar mais de 800.000 anos no futuro, onde vislumbra um planeta Terra habitado pelos pacíficos Elois. Contudo, esses não são os únicos habitantes daquele tempo longíquo...

Novidades da Biblioteca

Uma nova safra de livros chegou à nossa biblioteca, a começar pelo clássico da literatura em língua inglesa MOBY DICK!


Moby Dick conta a história da obsessão do Capitão Ahab por destruir a enorme e enfurecida baleia branca Moby Dick, temida por jamais ter sido capturada e responsável não só pela destruição de todos os navios baleeiros que tentaram matá-la como também por ter arrancado a perna do próprio Ahab. O livro foi escrito pelo estadunidense Herman Melville em 1851, que usou suas experiências como marinheiro para compor uma atmosfera repleta de tensão e riquíssima em detalhes realistas.